sábado, 16 de abril de 2016

O "meu" fundo

Fazer algo que gostava que me fizessem sempre foi algo que pensei. Quando digo isto não falo da tradicional frase que conhecemos, mas sim daquilo que fiz.
Esta semana, estava na minha sala de aula, a refletir sobre o "meu" fundo. Uma hora antes tinha estado a escrever algo para me encorajar, pois a vida de adolescente nunca foi fácil, nem nunca será. Foi então que olhei para a janela e vi um rapaz deitado num banco. Revi-me nele! Corri para a janela e fiquei espectada a limpar a água que escorria naquele dia chuvoso. 
Sai da sala a correr e fui ter com ele. Só então reparei o que ele estava realmente a fazer. sempre que passava alguém levantava a cabeça na esperança que alguém fala-se com ele, na esperança que fosse um amigo, um conhecido, e pudesse dizer que "estava ali". Sei exatamente o que ele sentia.
E foi então que tive a conversa mais verdadeira que tive com alguém, pois essa conversa foi com o meu passado, mas foi como se estivesse a dizer exatamente aquilo que queria que me tivessem dito uma hora antes.
Foi então que lhe perguntei o porquê de estar sozinho, onde estavam os seus amigos, e se estava tudo bem...
Ele pura e simplesmente se levantou e foi então que eu disse exatamente aquilo que tinha escrito a lápis na minha mesa da escola:
"Sabes, eu tenho uma teoria!
Quando não estou mesmo nada bem, penso que atingi o fundo. O pior é quando descubro que o meu fundo tem uma cave. Mas isso é bom. Significa que só temos uma solução, que é subir... tudo vai melhorar!"
O rapaz levantou os olhos do chão, e foi como se tivesse dito um obrigado tão grande!
Virei-me para ir embora, mas voltei-me enquanto andava e disse: " E sim, eu costumo falar com estranhos!"
Tudo debaixo de uma chuva miudinha...
Como poderia ser mais perfeito?
A verdade é que eu não disse a minha teoria toda ao rapaz, achei que ele não iria compreendê-la. Mas também não a vou revelar aqui. Revelei-a ao meu melhor amigo e a resposta dele foi uma cara que eu nunca tinha visto, seguida pela exclamação de que aquilo era demasiado lamechas.
Talvez um dia a revele, quem sabe, porque não? Why not?
With Love, T

quinta-feira, 23 de julho de 2015

domingo, 19 de abril de 2015

O fim...

Não gosto de ver as coisas a andar para trás, é uma coisa que me deixa triste! Demasiado triste para falar disso.
 Saber que o que tenho hoje amanhã já pode não ser meu é algo muito mau, mas saber que hoje temos amizades que amanhã já podem ser diferentes, amizades perfeitas que, pura e simplesmente mudam... acho que é algo ainda pior.
With love, T

sábado, 11 de abril de 2015

Preciso de razões


 Exato, preciso de razões para saber o porquê de muitas vezes, quando achamos que as coisas estão no fim  ou perto dele, volta metade atrás?
With love, T

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Rumo ao meu futuro

Este é um tema que tem uma história passada minimamente engraçada que talvez um dia conte a título de curiosidade, mas por agora vou concentrar-me no futuro e não no passado.
Nunca soube o que queria ser, sempre gostei um pouco de tudo, e sempre odiei tudo! Contudo, sempre obtive ótimos resultados, sendo sempre uma das melhores da turma...
Agora que me encontro no secundário, as coisas já não são assim tão ótimas, mas continuam a ser muito boas!
E esse sempre foi o meu objetivo. Como nunca soube o que queria fazer, o meu plano desde sempre foi tentar ser boa a tudo, conseguir os melhores resultados possíveis de modo a ter uma vasta escolha no futuro. O problema é que agora, que estou na altura de escolher, vejo que a escolha por um lado me atrapalha de ser tanta, por outro é escassa :S
Já tenho em vista várias coisas que quero fazer, aliás, considero que já decidi e ainda me falta um ano!...
O meu único problema é que tenho medo de mudar de ideias no futuro, num futuro onde já seja tarde demais. Dizem que esse tarde demais não existe, mas quem me conhece realmente sabe que isso para mim não é assim.
O facto de me debruçar sobre um único tema, uma única coisa de que gosto apavora-me, pois deixo outras coisas, que não têm nada a ver, e até se contrapõem, para trás.
Agora compreendo um milésimo do porquê da vida de adulto, dizendo de uma maneira rápida e simples,  ser lixada!!

With love, T

terça-feira, 7 de abril de 2015

Afinal, sempre falo de coisas do mundo!

Acho que chegou a minha vez de falar disto.
Não entendo, não entendo como é que um ser consegue matar 150 pessoas, ou como se diz, 149+1.
Por muito que uma pessoa esteja perturbada como é que se pensa em mandar um avião abaixo, em linguagem de miúdos?
Sou cristã, e não vejo uma razão para Deus permitir isto, não sei, se ele é assim tão grande, tão bom, como é que permite este tipo de coisas acontecerem? Como é que deixa alguém na sua consciência fazer um crime de tal tamanho? Acho que a minha fé nestes momentos se questiona.
Compreendo que alguém com uma doença mental não pense inteiramente na maldade que está a fazer, e que lá no fundo do meu coração sinto que este indivíduo pode não ser totalmente culpado devido à situação em que se encontrava, mas...isso não desculpa um ato tão cruel como este!
Podia ser eu uma das jovens que morreram, podia ser eu a menina feliz que está lá com os amigos de uma viagem e que num instante não tem noção do que fez para merecer aquilo...
A nossa vida nunca está segura, aquilo que é hoje amanhã pode já não o ser, e o problema é que não somos nós que controlamos isso.
With love sadness, T

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Love

Existem algumas frases, alguns filmes, algumas músicas que para mim são como as leis da minha vida...
Um dia talvez explique o significado desta para mim, e o que é que me levou a fazer, mas por agora apenas vos mostro o porquê da segunda parte do nome do meu blog, "be grey".

"If you love someone, you tell them.Even if you're scared that it's not the right thing, even if you're scared that it will cause problems.Even if you're scred that it will burn your life to the ground, you say it and you say it loud. and then you go from there."
Mark Sloan, Grey's Anatomy

With love, T